domingo, 14 de dezembro de 2014

Tedeísmo: o plano e o planejador

Para esclarecer...

1 – O Tedeísmo não tem por objetivo especular sobre a natureza do Planejador, mas apenas encontrar sinais de planos na natureza.

2 - Para se deduzir que houve um plano não é preciso ter um candidato para o papel de planejador.

3 - É possível concluir que alguma coisa foi planejada sem que saibamos absolutamente nada acerca da identidade de quem a planejou.

4 - Podemos chegar à conclusão de que um sistema foi planejado pelo simples exame desse mesmo sistema.

5 – A inferência de que houve um plano pode ser feita com bastante segurança, mesmo que o planejador seja figura muito remota.

6 – Da mesma forma que não é possível submeter a teste os supostos ancestrais extintos, assim também não é possível colocar em um tubo de ensaio a pessoa do Planejador.

7 – Da  mesma maneira que muitos darwinistas religiosos atribuem a Deus o “pontapé inicial” da evolução, da mesma forma muitos Tedeístas acreditam ter sido Deus o Planejador. Em ambos os casos, portanto, o que conta é apenas a fé de cada um, ou seja, sua crença.

8 – A Teoria do Desenho Inteligente, tal qual o darwinismo, pode ter implicações religiosas. Richard Dawkins declarou, por exemplo, que “apenas depois de Darwin foi possível ser um ateu intelectualmente realizado”. Também o sociobiologista E. O. Wilson que se utiliza da biologia darwinista  a fim de tentar desconstruir a religião e as ciências humanas.

9 – A origem do universo e o aparecimento da vida são os alicerces físicos que resultaram em um mundo cheio de agentes conscientes. Não há razão a priori para pensar que esses eventos básicos devam ser explicados da mesma maneira que outros eventos físicos (BEHE, Zahar, 1997).

10 – Resumindo: as máquinas biológicas, por sua própria irredutibilidade, têm que ter sido planejadas – seja por Deus seja por alguma outra inteligência superior.



É isso!

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